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Se a qualidade de vida no trabalho fosse boa, o bem-estar não seria tendência…

Ou seja, temos muito caminho pela frente!

Quero partilhar uma experiência pessoal de vulnerabilidade: anos atrás eu adoeci. Tive crises de ansiedade, pânico, depressão e, hoje, o diagnóstico seria burnout. Eu trabalhava com artes cênicas, era bailarina profissional, diretora corporal, atriz em vários projetos, inclusive meus.

Passei mais de um ano com acompanhamento psiquiátrico, precisei parar de trabalhar, interrompi projetos

Mas a quem eu ia culpar?

Eu não tinha patrão ou empresa e precisei me rever pra entender COMO TINHA CHEGADO NAQUELE PONTO

Era normal “viver no corre”, dar duro pra ter reconhecimento, acreditar que trabalho é isso mesmo, auto medicar com as enxaquecas e dores no corpo, ter a mente acelerada, me alimentar com o que desse. E nada disso era assunto da minha terapia

Era tudo normal

Até que eu tive um surto de pânico…

Quando me deparei com bem-estar como trend, me veio esse momento frágil e um dos pilares da Autoliderança Plena®: auto responsabilidade

O que é isso hoje?

Empresa e liderança precisam fazer sua parte para que o ambiente de trabalho seja saudável

Pode soar óbvio, mas o fato é que tendemos a esperar que esse movimento seja feito pela empresa sem dar atenção ao que NÓS PRECISAMOS fazer para não adoecer (seja mental, emocional, física e até espiritualmente) por conta do trabalho

NÃO estou dizendo que empresas não têm responsabilidade: têm e muito

Mas o FOCO aqui É VOCÊ, liderança feminina!

Atualmente sou mentora para evitar que isso aconteça com você. Para que você não entregue seu poder pessoal nas mãos de uma empresa, esperando cuidados que SÓ VOCÊ PODE SE DAR

Autoliderança é fundamentais para lidar com:

🎯 Ambientes tóxicos (e sair deles bem!)

🎯Conhecer e respeitar os próprios limites

🎯Aumentar a produtividade COM sustentabilidade

🎯Ter mais prazer no trabalho

🎯Liderar pessoas e projetos

🎯Encontrar equilíbrio dinâmico entre vida pessoal e trabalho

Agora, uma pergunta sensível: você já se percebeu ‘normalizando’ uma rotina de trabalho insustentável?